Óbvio

[Maicon Zanette]

Andou por vários mundos
E um dia encontrou o seu
Desenhou vários muros mas um dia apagaram tudo
Escreveu algumas letras buscando algum sentido
E os sentidos se escureceram
Sua arte é só sua
E quis introduzir a minha junto
Assim meio subentendido
Sua arte me alegra e entristece
Em questão de segundo
Nessa constante me sinto mudo
brota uma lagrima do profundo, Invisível
Meus olhos estão clareando
Já não me é tão interessante este túnel
Nas vistas que me perco observo
Que seus olhos não me vêem
Nem no claro quanto mais nesse escuro
Isso era visível, era visível!

2 Comentários »

  1. sobpoesia Disse:

    Adoro essa poesia ^^
    Maicon, parabéns, é perfeita!!!

    Andrei.

  2. Lipetudo Disse:

    visiveis.. tbm outras coisas..
    mesmo nao pedindo opiniões!


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