[Maicon Zanette]
Andou por vários mundos
E um dia encontrou o seu
Desenhou vários muros mas um dia apagaram tudo
Escreveu algumas letras buscando algum sentido
E os sentidos se escureceram
Sua arte é só sua
E quis introduzir a minha junto
Assim meio subentendido
Sua arte me alegra e entristece
Em questão de segundo
Nessa constante me sinto mudo
brota uma lagrima do profundo, Invisível
Meus olhos estão clareando
Já não me é tão interessante este túnel
Nas vistas que me perco observo
Que seus olhos não me vêem
Nem no claro quanto mais nesse escuro
Isso era visível, era visível!

sobpoesia Disse:
on 13 Outubro, 2007 at 4:33 am
Adoro essa poesia ^^
Maicon, parabéns, é perfeita!!!
Andrei.
Lipetudo Disse:
on 21 Outubro, 2007 at 9:23 pm
visiveis.. tbm outras coisas..
mesmo nao pedindo opiniões!